Basílio da Gama

Nome completo: José Basílio da Gama
Pseudônimo(s): Termindo Sipílio

Informações sobre o autor

  • Birth: 1740 - Tiradentes, MG
  • Decease: 1795 - Lisboa, Portugal
  • Description: Seminarista, poeta (e repentista), funcionário público, foi oficial da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, membro da Academia Real das Ciências, Cavalheiro da Ordem de Santiago. Entrou na Arcádia com o nome de Termindo Sepílio; fundou com Silva Alvarenga uma sociedade literária no Rio de Janeiro. Sua cidade de nascimento, à época, se chamava São José do Rio das Mortes.
  • Crítica(s) sobre o autor:
  • Fonte(s) dos dados:
    • COUTINHO, Afrânio; SOUSA, José Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional; Academia Brasileira de Letras, 2001. 2 v. ISBN 8526007238
    • BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1883. 7 v.

Dados da Wikipédia (não validados pelos responsáveis da Biblioteca de Literatura Digital)

  • Página do autor: https://pt.wikipedia.org/wiki/Basílio_da_Gama
  • Description: José Basílio da Gama (São José do Rio das Mortes, 8 de abril de 1741 — Lisboa, 31 de julho de 1795) foi um poeta luso-brasileiro que escrevia sob o pseudónimo Termindo Sipílio.

Works of the author


Title Type Gênero Year
A Declamação trágica Obra Literária Poema 1772
A Liberdade do Senhor Pedro Metastásio poeta cesáreo. Obra Literária Tradução 1773
Não disponível para visualização A nau Vasco da Gama Obra Literária Poema XVIII
A resignação Obra Literária Poema 1775
Canto único por José Basílio da Gama ao Marquês de Pombal Obra Literária Poema 1769
Epitalâmio da Excelentíssima Senhora D. Maria Amália, por José Basílio da Gama, na Arcádia de Roma, Termindo Sipílio Obra Literária Poema 1769
Estátua equestre Obra Literária Discurso ou sermão;Poema 1775
Florilégio brasileiro da infância Obra Literária Poema;Crítica, teoria ou história literária;Organização de obra ou antologia 1874
Glosa ao mote: tocando numa sanfona Obra Literária Poema XVIII
Glosa à quadra do Duque de Lafões Obra Literária Poema XVIII
Lenitivo da saudade na sensível morte do Sereníssimo Senhor D. José, Príncipe do Brasil, pio, religioso, liberalíssimo, por um anônimo Obra Literária Poema 1788
O entrudo Obra Literária Poema XVIII
O Uraguai Obra Literária Poema 1769
Obras poéticas de José Basílio da Gama Obra Literária Poema;Crítica, teoria ou história literária;Organização de obra ou antologia XVIII
Ode a Vasco da Gama Obra Literária Poema XVIII
Ode ao Conde da Cunha. Primeiro Vice-Rei do Estado do Brasil, com assento no Rio de Janeiro Obra Literária Poema 1769
Não disponível para visualização Ode ao Marquês de Pombal, por ocasião da perda política deste eminente estadista português. Obra Literária Poema -
Não disponível para visualização Ode ao Marquêz de Pombal, por ocasião da perda política deste eminente estadista português. Obra Literária Poema XVIII
Ode ao Rei D. José I Obra Literária Poema XVIII
Os Campos Elísios Obra Literária Poema 1776
Parnaso brasileiro Obra Literária Biografia;Organização de obra ou antologia;Poema 1885
Parnaso brasileiro Obra Literária Crítica, teoria ou história literária;Organização de obra ou antologia;Poema 1843
Parnaso brasileiro Obra Literária Organização de obra ou antologia;Poema 1829
Páginas de ouro da poesia brasileira Obra Literária Organização de obra ou antologia;Poema 1911
Por ocasião de se deitar ao mar uma nau chamada A Serpente Obra Literária Poema XVIII
Quitúbia Obra Literária Poema 1791
Relação abreviada da república que os religiosos jesuítas das províncias de Portugal e Espanha estabeleceram nos domínios ultramarinos das duas monarquias, e da guerra que neles têm movido e sustentado contra os exércitos espanhóis e portugueses; formado pelos registros das secretarias dos dois respectivos principais comissários e plenipotenciário, e por outros documentos autênticos. Obra Literária Outros 1757
Soneto a certo indivíduo que sendo protegido pelo Marquês de Pombal Obra Literária Poema XVIII
Soneto a João Xavier de Matos Obra Literária Poema 1789
Soneto a Nicolau Tolentino que malsinara do Marquês de Pombal, decaído Obra Literária Poema XVIII
Soneto A nua Vênus, a formosa Flora Obra Literária Poema XVIII
Soneto a Tupac Amaru Obra Literária Poema XVIII
Soneto a uma senhora natural do Rio de Janeiro, onde se achava então o autor Obra Literária Poema XVIII
Soneto a uma Senhora que o autor conheceu no Rio de Janeiro e viu depois na Europa Obra Literária Poema XVIII
Soneto ao Garção Obra Literária Poema XVIII
Soneto ao Marquês de Pombal apresentando-lhe em 1769 o poema O Uraguai Obra Literária Poema 1769
Soneto ao Marquês de Pombal, quando em sua queda, em 1777, o povo de Lisboa pediu que se tirasse seu busto que se havia posto no monumento do terreiro do paço Obra Literária Poema XVIII
Soneto ao mesmo Rei, no dia da inauguração de sua estátua equestre, em 6 de junho de 1775 Obra Literária Poema 1775
Soneto ao Padre Manuel de Macedo Obra Literária Poema XVIII
Soneto ao Rei D. José I, restaurador da Cidade de Lisboa destruída pelo terremoto Obra Literária Poema 1789
Soneto aos anos do Ilmº e Excmº Sr. Marquês de Pombal Obra Literária Poema XVIII
Soneto à alma do Rei D. Sebastião entrando nos Céus Obra Literária Poema 1775
Soneto à D. Joana Obra Literária Poema XVIII
Soneto à Nossa Senhora da Madre de Deus Obra Literária Poema 1789
Soneto à Rainha D. Maria I Obra Literária Poema XVIII
Soneto Bárbara, iníqua terra, ingrata, e injusta Obra Literária Poema XVIII
Soneto Depois que de Clemente os frios ossos Obra Literária Poema XVIII
Soneto em resposta pelos mesmos consoantes por uma Senhora natural do Rio de Janeiro Obra Literária Poema XVIII
Soneto fazendo anos o Ilmº e Exmº Marquês de Pombal Obra Literária Poema XVIII
Soneto no dia dos felicíssimos anos da Augustíssimo Senhora Rainha Mãe, D. Mariana Vitória Obra Literária Poema 1784
Soneto no dia feliz da inauguração do Colosso Real Obra Literária Poema 1775
Soneto No mais forte Lugar da torreada Obra Literária Poema XVIII
Soneto por ocasião de se deitar ao mar uma nau chamada Serpente Obra Literária Poema XVIII
Soneto Ulisses vendo terras diferentes, de José Basílio da Gama Obra Literária Poema XVIII
Não disponível para visualização Vários sonetos escritos sob o anônimo por ocasião da entrada dos galeões espanhóis no porto de Lisboa, aí se conservando durante os festejos pela inauguração da estátua de D. José, e que são o único testemunho que resta de tal ocorrência. Obra Literária Poema XVIII

Annual production of author


Literary genre of author



Associated historic facts

Ano do início Ano do fim Description
1783 1783 Brasil Colônia: Luis da Cunha Meneses toma posse da Capitania de Minas Gerais
1788 1788 Brasil Colônia: Luís da Cunha Meneses deixa o Governo de Minas Gerais
1792 1792 Inconfidência Mineira: enforcamento de Tiradentes, em 21 de abril
1782 1782 Brasil Colônia: Tomás Antônio Gonzaga chega a Vila Rica
1785 1785 Brasil Colônia: a Coroa Portuguesa aumenta os impostos sobre o ouro nas Minas Gerais
1794 1794 A Convenção Francesa aprova a abolição da escravidão em suas colônias
1789 1789 Política: Ocorrem as primeiras eleições presidenciais nos Estados Unidos
1763 1763 Brasil Colônia: com o desenvolvimento econômico do Brasil, Portugal eleva a colônia a Vice-Reinado

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